quinta-feira, 31 de maio de 2007

ARQUEOLOGIA E A BÍBLIA

VISÃO GERAL

Arqueologia é a ciência que recupera e estuda o que os homens deixaram para trás. O que alguns podem considerar lixo imprestável, os arqueólogos bíblicos consideram pistas valiosas para a história bíblica.
Algumas pistas encontram-se enterradas em diferentes níveis em montes, outras sobrevivem como ruínas ou monumentos resistentes ao tempo. Muitas das descobertas são descritas em línguas antigas. Outros "achados" são remanescentes da vida quotidiana: cerâmica, madeira, miudezas, brinquedos, enfeites, fragmentos ocasionais de tecido e armas enferrujadas. Cada um desses itens é parte de uma estória - a estória das pessoas que um dia as usaram ou fizeram. Essas descobertas freqüentemente transformam teorias sobre o modo de vida das pessoas em fatos. Algumas vezes, essas descobertas transformam "fatos" há muito tempo aceitos em ficção. Apesar de tudo, elas formam a base do estudo da arqueologia.

DESCOBERTAS
Muitas descobertas arqueológicas excepcionais aconteceram de maneira totalmente acidental. Em Ras Shamra, na Síria, um arado de lavrador golpeou uma tumba que levou à descoberta do antigo lugarejo de Ugarit. Um beduíno, em busca de uma cabra perdida descobriu uma caverna em Qumran que continha pergaminhos do Mar Morto. Em 1887, uma egípcia encontrou as lápides de Amarna enquanto procurava tijolos em decomposição para usar como fertilizante. Em 1945, coletando excremento de pássaros nas cavernas próximas a Nag Hammadi, egípcios descobriram importantes manuscritos sobre uma seita religiosa popular chamada Gnosticismo. Esses achados ocasionais, entretanto, não são a norma.
Na moderna arqueologia , cientistas identificam potenciais sítios, que são cuidadosamente pesquisados, fotografados do espaço aéreo e testados com relação a metais e outras anomalias subterrâneas. Há necessidade de complexo equipamento eletrônico. Os artefatos recuperados são datados de acordo com o nível em que foram achados no sítio. Outros métodos de identificação da data são também usados, incluindo o radiocarbono. O objetivo é apresentar uma figura apurada cronologicamente desses artefatos e também do próprio sítio.O arqueólogo e o estudante do Oriente Próximo olham para esse testemunho de vida ancestral imaginando que estão lidando com dados reais e objetivos. Embora obviamente isso seja campo para alguma especulação ou diferença de opinião, os objetos são silenciosos, mas testemunhos reais em relação a pessoas e eventos do passado. As relíquias, entretanto, precisam ser entendidas propriamente como evidências e não serem manipuladas para satisfazer alguma interpretação especulativa de história, cultura ou religião. A arqueologia do Oriente Próximo pode nos ajudar a entender as Escrituras possibilitando dados objetivos do passado.
Se, por exemplo, um artefato contendo pinturas ou outras formas de escrita está datado de 3.000 AC aproximadamente, isto por si só nos diz que a comunicação escrita naquela região se remonta àquele período. Agora sabemos que os primeiros escritores do material do Velho Testamento poderiam facilmente compor e escrever todas as narrativas que lhes foram creditadas. Antes dessas descobertas alguns acreditavam que Moisés não poderia ter escrito o Pentateuco porque a escrita não havia sido inventada nos seus dias. De fato, descobertas arqueológicas mostraram que Moisés poderia ter escrito em hieróglifos egípcios, escrita cuneiforme (da Babilônia) e diversas línguas cananitas (dentre elas o hebraico) .
Às vezes é difícil conciliar algumas interpretações aceitas de dados arqueológicos e a evidência das Escrituras. Alguns conflitos, entretanto, tendem a diminuir visivelmente à proporção que novas informações se aproximam. A princípio o arqueólogo não tem interesse particular em "provar a verdade" das Escrituras e obviamente é impossível para uma pá ou uma colher provarem ou não as revelações e afirmações espirituais das Escrituras. Mas é razoável dizer que a arqueologia valida a história hebraica e explica muitos termos e tradições anteriormente obscuros, tanto do Velho como do Novo Testamento. Isso propicia um autêntico pano de fundo para as profecias culminando em Jesus.
A Palavra de Deus é verdade, independente da descoberta do homem. Entretanto, parece que a arqueologia é frequentemente um meio através do qual Deus nos permite abrir a cortina para ver a verdade com nossos próprios olhos.
Fonte: iLúmina

sábado, 26 de maio de 2007

Aborto: Tragédia ou Direito?

(Por Julio Severo)





Quando se fala em legalização do aborto, imediatamente é levantada a questão dos “casos difíceis”: as situações que deixam até mesmo as pessoas mais compassivas despreparadas diante dos que defendem o direito ao aborto. Uma menina de 12 anos é sexualmente abusada pelo próprio irmão.
Uma adolescente de 16 anos, filha única de uma mãe solteira que tem de trabalhar fora para sustentar a casa, é brutalmente estuprada por um estranho. Um homem domina uma jovem em seu primeiro namoro e a violenta. Esses são apenas alguns dos casos trágicos.


Os que são a favor do aborto tiram vantagem de situações assim para ganhar a simpatia da população. Quando uma mulher ou menina é vítima de abuso sexual, dizem eles, o aborto é uma solução. Eles afirmam que “forçá-la” a ter o bebê a deixará traumatizada. O que poderia ser mais cruel, perguntam eles, do que insistir em que uma jovem ou mulher gere em seu corpo uma criança concebida num ato de estupro ou abuso?

Manipulando as “exceções”

Esses argumentos não são novidade. Aliás, a maioria dessas estratégias foi usada pelos ativistas pró-aborto nos EUA.

Utilizando a questão do “estupro” para persuadir os políticos, os jornalistas e a opinião pública, as feministas conseguiram, em 1973, legalizar o aborto nos EUA no famoso caso Roe x Wade, diante do Supremo Tribunal. Nesse caso, “Jane Roe” afirmou buscar uma operação de aborto quando ficou grávida depois de ser violentada por vários homens. Anos mais tarde, Norma McCorvey, a mulher que usou o nome de “Jane Roe”, reconheceu que suas advogadas feministas inventaram toda a estória do estupro.

Ela só não pôde mais esconder a verdade porque se converteu ao Cristianismo. Hoje ela conta: “Fui uma boba que fiz tudo o que os promotores do aborto queriam. Na minha opinião, pode-se afirmar sem sombra de dúvida que a indústria inteira do aborto está alicerçada em mentiras.” [1]

Então, hoje sabe-se que o caso judicial de estupro usado para legalizar o aborto nos EUA foi uma fraude. Aliás, os argumentos a favor de direitos ao aborto foram uma farsa desde o começo. Os advogados pró-aborto descobriram que poderiam ganhar o apoio popular e a simpatia judicial focalizando os horrores dos abortos clandestinos e ilegais. Eles argumentavam que centenas de mulheres estavam morrendo nas mãos de “açougueiros” que exploravam mulheres desesperadas.

Eles até apresentavam estatísticas, afirmando que havia um grande número de mulheres com problemas de saúde devido ao aborto ilegal e que essas mulheres estavam dando despesas pesadas para o sistema de saúde pública. Para eles, a solução era legalizar o que eles chamam de “interrupção da gravidez”.

Depois da legalização, o Dr. Bernard Nathanson se tornou o diretor da maior clínica de abortos do mundo ocidental e presidiu 60 mil operações de aborto. Como McCorvey, ele também teve uma experiência de conversão. Hoje ele conta o que alguns especialistas médicos, inclusive ele mesmo, afirmavam antes da legalização do aborto nos EUA:

Diante do público… quando falávamos em estatísticas [de mulheres que morriam em conseqüência de abortos clandestinos], sempre mencionávamos “de 5 a 10 mil mortes por ano”. Confesso que eu sabia que esses números eram totalmente falsos… Mas de acordo com a “ética” da nossa revolução, era uma estatística útil e amplamente aceita. Então por que devíamos tentar corrigi-la com estatísticas honestas? [2]

Para iludir o público, as feministas garantiram que só queriam o aborto legalizado nos casos de estupro e incesto. Mas aí, quando a questão já estava avançando nos tribunais, elas passaram a dizer que é injusto permitir o aborto só nessas situações.

Foi assim que os casos de estupro e incesto acabaram se tornando a porta escancarada que deu às mulheres americanas o direito livre e legal de fazer aborto por qualquer razão e em qualquer estágio da gravidez, desde o momento da concepção até o momento do parto. Hoje são realizados por ano mais de 1 milhão de abortos nos hospitais e clínicas dos EUA.

Para legalizar o aborto no Brasil, alguns especialistas empregam a mesma estratégia de exagerar as estatísticas. Anos atrás, a CNN mostrou um documentário de uma hora sobre o aborto no mundo. Na seção sobre o Brasil, o repórter da CNN afirmou:

O aborto no Brasil é uma das maiores causas de morte entre as mulheres. Estima-se que sejam realizados no Brasil 6 milhões de abortos ilegais por ano. Esses abortos causam 400 mil mortes. Metade dos abortos feitos anualmente, ou 3 milhões, são realizados em meninas de 10 a 19 anos. De cada 100 delas, 21 morrerão. [3]

As estratégias usadas no Brasil são tão parecidas com os argumentos usados nos EUA porque os mesmos grupos que legalizaram o aborto lá estão atuando em nosso país. Mas o Instituto de Pesquisa de População de Baltimore, EUA, comenta:

Já que o número total de mulheres brasileiras em idade reprodutiva (15 a 44 anos) que morrem anualmente de TODAS as causas são apenas umas 40 mil (consulte o U.N. Demographic Yearbook, 1988, pp. 346-7 ou o World Health Statistics Annual da OMS, 1988, p. 120) a afirmação de 400 mil mortes de abortos ilegais é simplesmente impossível.

O repórter que fez a notícia não só não se informou direito, mas também demonstra não saber matemática. Ele devia ter percebido que a afirmação de uma taxa de morte de 21 por cada 100 entre os alegados 3 milhões de abortos realizados em adolescentes dá um total de 630 mil mortes, um número maior do que os 400 mil que supostamente ocorrem de todos os abortos brasileiros juntos! Mas os lacaios do dono da CNN engoliram esse número e o noticiaram no mundo inteiro. [4]

A verdade aparece

O Dr. David Reardon, especialista em ética biomédica e pesquisador e diretor do Instituto Elliot de Pesquisa das Ciências Sociais, diz: “As pessoas pulam para conclusões sobre estupro e incesto com base no medo…” O Instituto Elliot publicou uma pesquisa recente que mostra que o aborto impede as vítimas de estupro de se recuperar.

Durante um período de 9 anos, o Instituto coletou o depoimento de 192 mulheres que engravidaram como conseqüência de estupro ou incesto. Nessa pesquisa, há também o testemunho das crianças concebidas nessas circunstâncias.

É claro, os que defendem o aborto gostariam que todos acreditassem que as vítimas de violência sexual são mulheres desesperadamente necessitadas de serviços médicos de aborto. Mas a realidade não é bem assim.

Apesar das circunstâncias trágicas, abusivas e muitas vezes violentas em que seus filhos foram concebidos, a maioria dessas mulheres na pesquisa escolheu lhes dar vida. Geralmente, a mulher só cede à realização de um aborto por pressão do abusador ou de outros membros da família.

O Instituto Elliot constatou que 73 por cento das vítimas de estupro escolheram dar à luz seus bebês. Em 1981, a Dra. Sandra Mahkorn conduziu a única importante pesquisa anterior de vítimas de estupro que engravidaram. De modo semelhante, ela constatou que de 75 a 85 por cento das vítimas de estupro escolheram dar vida a seus filhos.

A pesquisa mostra que praticamente todas as mulheres que realizaram um aborto lamentaram a decisão. Por outro lado, as mulheres que escolheram dar à luz seus filhos sentiram-se felizes por tê-los. “Agradeço a Deus pela força que Ele me deu para atravessar os momentos difíceis e por toda a alegria dos bons momentos”, disse Mary Murray, que teve uma filha concebida num estupro. “Jamais lamentarei o fato de que escolhi dar vida à minha filha”.

Da mesma forma, os homens e as mulheres concebidos em situações de estupro e incesto elogiam suas mães por lhes dar vida. “Cristo ama todos os Seus filhos, até mesmo os que foram concebidos nas piores circunstâncias,” diz Julie Makimaa, cuja concepção ocorreu quando sua mãe foi estuprada. “Afinal, não importa como começamos na vida. O que importa é o que faremos com nossa vida.”

O aborto aumenta o trauma da violência ou abuso sexual

Em vez de aliviar a angústia psicológica das vítimas de violência sexual, o aborto traz mais angústia. O Dr. Reardon, que é especialista em questões pós-aborto, diz: “A evidência mostra que o aborto aumenta os traumas e o risco de suicídio. Mas o ato de deixar a criança nascer reduz esses riscos”. Nos casos de incesto, as vítimas que engravidam são muitas vezes meninas novas e não estão devidamente conscientes de seu estado de gravidez. O Dr. Reardon diz que tal situação as deixa vulneráveis a profundos traumas psicológicos quando, anos mais tarde, elas percebem o que aconteceu.

A própria experiência do aborto, física e emocionalmente, pesa na mulher tanto quanto o trauma do estupro. O trauma maior é que, embora saiba que não teve culpa no estupro, ela sente-se responsável pelo aborto, até mesmo quando ela consente sob pressão. Algumas das conseqüências que um aborto deliberado traz:

Síndrome Pós-Aborto: Um estudo realizado pela Dra. Brenda Major, que é a favor do aborto, constatou que, em média, as mulheres relataram não ter recebido nenhum benefício de um aborto. [5]

Abuso de drogas e álcool: Mulheres que realizaram um aborto têm quase 3 vezes mais risco de usar drogas ou álcool do que mulheres que não abortaram. Mulheres que nunca usaram drogas ou álcool e abortaram seu primeiro bebê têm 5 vezes mais risco de começar a usar drogas ou álcool em comparação com mulheres que tiveram seus bebês. Vinte por cento relataram ter começado a usar drogas ou álcool um ano depois do aborto, e 67 por cento disseram ter começado num período de 3 anos. [6]

Taxas de mortalidade: Um estudo feito na Finlândia revelou que as mulheres que fizeram aborto tiveram 252 por cento mais chance de morrer no mesmo ano em comparação com mulheres que tiveram seus bebês. Em comparação com mulheres que deram à luz, as chances de morrer dentro de um ano após um aborto foram 1.63 para morte de causas naturais, 4.24 para mortes de ferimentos relacionados a acidentes, [7] 6.46 para mortes em conseqüência de suicídio e 13.97 para mortes em conseqüência de assassinato. [8]

Vítimas de estupro e incesto: O Dr. Reardon revela que das 50 vítimas de estupro que expressaram seus sentimentos sobre o aborto que realizaram, 88 por cento declararam que foi uma escolha errada. Quarenta e três por cento das vítimas de estupro avaliadas relataram que fizeram aborto por pressão dos outros. Mais de 90 por cento disseram que desaconselhariam outras vítimas de violência sexual a realizar um aborto. [9]

O Dr. Reardon menciona um estudo que mostra que as mulheres que fazem aborto têm uma probabilidade duas vezes maior de ter partos antes ou depois do tempo, levando assim a defeito de nascença. [10] Ele também comenta que filhos de mulheres que já fizeram aborto tendem a ter mais problemas de comportamento.

Câncer de mama: De acordo com o livro Breast Cancer (Câncer de mama), do Dr. Chris Kahlenborn, a mulher que realiza um aborto tem 2 vezes mais probabilidade de sofrer o câncer de mama. [11]

De que modo a vida traz cura

Kay Zibolsky é fundadora da Liga Vida Depois da Agressão e oferece aconselhamento por experiência. Quando tinha 16 anos, Kay foi estuprada numa noite fria e escura por um homem estranho que ela nem mesmo conseguiu ver. Ela guardou o segredo do estupro, mesmo quando percebeu que estava grávida. “Minha mãe me ajudou a atravessar o trauma do estupro, mesmo sem saber que era um estupro, aceitando minha gravidez e dando toda ajuda que ela podia”, diz Kay. “Eu poderia ter questionado se o ato violento e cruel do estupro desculpava o ato violento e cruel de destruir um bebê inocente. Escolhi pensar na parte do bebê que era minha parte”.

Ela deu à luz uma filha e lhe deu o nome de Robin. Hoje Kay tem Jesus na sua vida, é casada e tem outros filhos. Ela agora usa sua experiência para aconselhar milhares de mulheres vítimas de estupro e incesto, inclusive muitas que engravidaram. Ela conta: “Digo a elas que não é pecado ser estuprada. Estuprar é que é pecado.

Isso joga a culpa onde tem de ser jogada. Digo que pecado é matar a criança concebida num estupro ou incesto. Se fizer um aborto, você terá de mais cedo ou mais tarde de lidar com esse pecado.”

Kathleen DeZeeuw, que foi estuprada na adolescência, dá o seguinte depoimento: “Vivi uma experiência de estupro e criei um filho ‘concebido no estupro’. Por isso, sinto-me pessoalmente agredida e insultada toda vez que ouço dizerem que o aborto deve ser legal por causa do estupro e incesto.

Sinto que estamos sendo usadas para promover a questão do aborto… Hoje trabalho como conselheira e muitas vezes uma jovem me pergunta: ‘Mas você não entende! Como você poderia realmente compreender?’ Dou meu testemunho, de como Deus usou até mesmo uma situação de estupro e a transformou para a Sua glória”.

Hoje o filho de Kathleen é casado e se dedica ao chamado missionário. Ele diz: “Como alguém concebido num estupro, tenho um modo especial de ver a questão do aborto. Se o aborto fosse legal na época em que fui concebido, eu não estaria vivo. Jamais teria tido a chance de amar e de me dar aos outros. Tenho tido oportunidades maravilhosas de dar meu testemunho também. Toda vez que alguém diz: ‘Mas e nos casos de estupro?’ Tenho a resposta perfeita!”[12]

Um dos testemunhos mais tocantes é o de Myra Wattinger. Ela e o marido haviam se divorciado havia pouco tempo e, como seus pais haviam falecido quando ela era adolescente, ela estava sem recursos e não tinha a quem recorrer. Então ela arranjou um emprego para cuidar de um homem idoso.

Certo dia, enquanto ela estava só na casa, um dos filhos alcoólatra do homem a estuprou. Nessa situação, ela se sentiu abandonada e chegou a pensar que Deus não a amava. Mas, para piorar tudo, ela descobriu que engravidara. Ela não tinha condições de sustentar uma criança e não estava disposta a cuidar de um bebê concebido num ato de tanta humilhação e violência. Ela procurou um médico disposto a fazer seu aborto, mas não encontrou.

A solução parecia ser uma só: suicídio. No exato momento em que essa idéia apareceu, surgiu em seu espírito a necessidade de orar. Ela olhou para o céu e clamou: “Senhor, estou carregando essa criança e não sei o que fazer”. Ela nunca teve certeza se a voz era audível ou não, porém sentiu Deus lhe dizendo: “Tenha o bebê. Ele trará alegria ao mundo”.

Essas duas frases dissiparam todos os pensamentos de suicídio e de aborto. Hoje, seu filho, James Robison, é um evangelista com um ministério que tem alcançado e abençoado milhões de pessoas. Sem dúvida, o que Deus disse a Jeremias também se aplica ao evangelista Robison: “Antes que eu te formasse no ventre, eu te conheci; e, antes que saísses da madre, te santifiquei e às nações te dei por profeta”. (Jeremias 1:5 RC) [13]

A ciência médica mostra claramente que a vida começa na concepção. Considere estes fatos:

Fertilização: O espermatozóide do pai penetra o óvulo da mãe. As instruções genéticas dos dois combinam para formar uma nova vida individual única, dificilmente visível ao olho humano.

Com 20 dias de gestação, os olhos do bebê começam se formar e o cérebro, a coluna vertebral e o sistema nervoso estão completos.

Com 24 dias, O CORAÇÃO COMEÇA A BATER.

Com 43 dias, AS ONDAS CEREBRAIS DO BEBÊ PODEM SER REGISTRADAS.

Com 2 meses, o bebê tem aproximadamente 7 cm de comprimento e pesa 7 g. Todos os órgãos estão presentes, completos e funcionando (exceto os pulmões). As batidas cardíacas são fortes. O estômago produz sucos digestivos. O fígado produz células sanguíneas. Os rins estão funcionando. As impressões digitais estão gravadas. As pálpebras e as palmas das mãos são sensíveis ao toque. O estímulo com batidas leves no saco amniótico faz mexer os braços do bebê. [14]

“Procure salvar quem está sendo arrastado para a morte. Você pode dizer que o problema não é seu, mas Deus conhece o seu coração e sabe os seus motivos. Ele pagará de acordo com o que cada um fizer”. (Provérbios 24:11-12 BLH)

A verdadeira compaixão

Mulheres nessas situações precisam do apoio e compaixão das igrejas, amigos e família para ajudá-las em seu processo de cura dos traumas. O aborto não é uma alternativa compassiva, pois uma criança concebida num estupro também é vítima e tem o mesmo valor humano que um bebê concebido num casamento. Além disso, será que um filho deve sofrer a pena de morte por crimes que o pai cometeu? Não foi a criança quem cometeu o estupro.

Embora a maioria dos ativistas que defendem a legalização do aborto alegue ser contra a pena de morte para assassinos e estupradores, eles não conseguem, porém, poupar dessa mesma pena crianças inocentes concebidas num ato de injustiça. Eles alegam que a pena de morte é um castigo cruel para os criminosos.

Mas, estranhamente, nos casos de mulheres grávidas num estupro, eles escolhem morte para a criança inocente. Nem mesmo levam em consideração pelo menos a opção compassiva de deixar a criança nascer para depois entregá-la para a adoção. É de admirar então que os crimes de estupro estejam crescendo tanto? Enquanto o culpado escapa, duas vítimas inocentes ficam para trás para sofrer abuso, humilhação, preconceito e abandono.

Talvez a pior pressão para a vítima seja o “conselho” de médicos e psicólogos que, já endurecidos com o procedimento de eliminar uma criança através do aborto, procuram amortecer os sentimentos da mulher com relação à criança que ela está gerando em seu corpo e levá-la a uma decisão que, a nível emocional e espiritual, só lhe causará perdas e traumas.

A verdadeira atitude de compaixão seria amparar a mulher em sua situação de crise. Lembro-me de que anos atrás uma deputada propôs um projeto para que o governo desse total amparo material e médico às vítimas de estupro que haviam engravidado. Um belo exemplo de uma mulher ajudando outras mulheres. Ela queria que o governo se responsabilizasse pelo cuidado e proteção da vítima-mulher e da vítima-criança. Isso é justiça genuína.

Mas então as feministas, que também alegam estar do lado das mulheres, se opuseram totalmente a esse projeto. Por que? Porque ajudar mulheres em tal situação prejudicaria as intenções de as feministas usarem esses casos para estabelecer e ampliar mecanismos legais, sociais e médicos para o abortamento de crianças concebidas em qualquer situação, justa ou injusta, como ocorre hoje nos EUA e na Europa.

Assim, a única opção que elas dão à vítima é abortar ou ficar abandonada. Felizmente, a solução de Jesus Cristo para a vítima não inclui morte nem abandono. Através de muitas igrejas e famílias cristãs compassivas, Jesus está de braços abertos para oferecer a ela acolhimento, amor e assistência.

Uma versão deste artigo, escrita por Julio Severo, foi publicada pela primeira vez na revista Defesa da Fé de abril de 2002, pelo Instituto Cristão de Pesquisas. Copyright 2002 Julio Severo. Proibida a reprodução deste artigo sem a autorização expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia: http://www.juliosevero.com.br

[1] Cf: http://cwfa.org/library/life/1999-12_pp_a-history.shtml
[2] Cf: http://cwfa.org/library/life/1999-12_pp_a-lies.shtml
[3] CNN and Brazilian Abortion Deaths, in Population Research Institute Review (Population Research Institute: Baltimore, EUA, janeiro/fevereiro de 1991), p. 12.
[4] Idem.
[5] Cf:http://cwfa.org/library/life/2001-01-23_whither.shtml
[6] Idem.
[7] Idem.
[8] Idem.
[9] Idem.
[10] Idem.
[11] Dr. Chris Kahlenborn, Breast Cancer: Its Link to Abortion and Birth Control Pill (OMS: Dayton,EUA, 2000).
[12] Idem e Raped & Pregnant: three Women Tell Their Stories (Last Days Ministries: Lindale, Texas-EUA, 1986).
[13] O testemunho completo de Myra Wattinger se encontra no capítulo 3 do livro Surpreendido com a Voz de Deus, de Jack Deere, publicado pela Editora Vida.
[14] Dr. Brian Clowes, Os Fatos da Vida (Providafamilia: Brasília, 1997), pp.218, 219 e 220

terça-feira, 8 de maio de 2007

Zacarias 14.9 reforça a tese unicista contra a Trindade?

(Preparado por Gilson Barbosa)
“E o Senhor será rei sobre toda a terra; naquele dia um será o Senhor, e um será o seu nome”. Monarquianismo, patripassionismo ou sabelianismo são todos conceitos que expressam o intenso desejo e objetivo, ainda nos primeiros séculos da Igreja cristã, de combater o que seus defensores chamavam de triteísmo, referência ao reconhecimento de três deuses. Na tentativa de defender o monoteísmo, alguns apologistas da Igreja primitiva acabaram abandonando a doutrina da Trindade Divina: Pai, Filho e Espírito Santo, três pessoas que subsistem eternamente numa única divindade (unidade composta).Foi Teodoto de Bizâncio (cerca de 190 a.D.) quem primeiro ensinou que Jesus era apenas um ser humano movido e impulsionado pelo Espírito Santo. Em outras palavras, para ele, Jesus não era essencialmente e substancialmente Deus ou, sequer, conjugava as duas naturezas (humana e divina) em si (união hipostática). Esse ensino é chamado de “monarquianismo dinâmico”.Outros preferiram reconhecer a divindade de Jesus, mas o identificaram (o Filho) com o próprio Pai. Essa doutrina é conhecida, ainda hoje, como “monarquianismo modal” ou “patripassionismo”. A Enciclopédia histórico e teológica nos informa que “patripassionismo é a doutrina segundo a qual o Pai se encarnou, sendo Ele quem nasceu de uma virgem e quem sofreu e morreu na cruz”. Sabélio, bispo de Roma (séc. 3o), promoveu avanços no sistema modal ao ensinar a respeito de um Deus “processado”. No caso de sua doutrina, Deus teria se apresentado à humanidade de três formas: como Pai (Antigo Testamento), como Filho (Novo Testamento) e como o Espírito Santo (período da graça), mas esses “três seres” não estão separados em personalidades. Didaticamente, é como se um único e mesmo ator de teatro entrasse no palco por três vezes e em cada oportunidade trocasse apenas a máscara. Considerando esse brevíssimo panorama histórico, podemos pensar no texto de Zacarias: “Naquele dia, um será o Senhor”. No idioma hebraico, existem duas palavras para exprimir a noção de “um” ou “único”. Quando as expressões bíblicas do Antigo Testamento apresentam “um” ou “único” no sentido absoluto, fazem uso do termo yachid: “E disse: Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque...” (Gn 22.2). Note que Isaque tinha um irmão, Ismael, mas é chamado de único, devido à promessa está relacionada apenas a Abraão e Sara. Contudo, há uma unidade que chamamos de composta, expressa pelo termo hebraico echad: “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne” (Gn 2.24). Pois bem, o que os unicistas têm de considerar antes de advogarem sua doutrina a partir de Zacarias é justamente isso: o profeta faz emprego da palavra echad, unidade composta, e não de yachid, unidade absoluta.

CANONIZAÇÃO: Como se faz um santo.

(Por Paulo Cristiano, do CACP)


Temos vivido nestes últimos meses um verdadeiro frenesi social e religioso motivado pela vinda do atual papa Bento XVI ao Brasil. Mas não se trata apenas de uma visita formal. Dentro dos objetivos de Joseph Ratzinger (nome real do papa), que inclui participar da “5ª Conferencia Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe”, está o de reavivar a velha e utópica esperança de combater o avanço do que chamam de as “seitas evangélicas”. Contudo, o verdadeiro motivo que está arrebatando os ânimos católicos é a inédita canonização do primeiro “santo” brasileiro – o ex-franciscano Frei Galvão.
Frei Galvão ficou famoso pelas suas “pílulas milagrosas”, às quais são atribuídos vários milagres. As pílulas são bastante simples: confeccionadas de papel arroz num canudinho contendo uma oração a Maria em latim.
Depois do anúncio da data de canonização aumentou em 50% a procura pelas tais pílulas, de 60 mil, a produção mensal do “santo remédio” saltou para 90 mil e, junto a isso, o consumo de imagens praticamente esgotou os estoques. No entanto, nosso objetivo neste pequeno artigo não recai em focar tais questões, mas antes discorrer sobre como se dá a “fabricação” de um santo.

Como se faz um santo

Não pense que para galgar o status de santo dentro da igreja católica é tão fácil assim. Não! Para que um fiel possa figurar nos altares das igrejas romanas é preciso percorrer um longo caminho. Esse processo se chama “canonização” e demanda tempo, política e muito dinheiro, conforme veremos.
Canonizar é o ato pelo qual a igreja declara em estado de santidade o já falecido fiel católico. Após esta declaração do papa, ele pode ser objeto de adoração ou, como dizem, de veneração dos fiéis.
Foi Sisto V quem organizou o sistema moderno de canonização, e o confiou à Congregação dos Ritos, órgão da cúria romana.
O primeiro santo canonizado de forma solene foi o bispo de Augsburgo, Ulrich (santo Ulrico), morto em 973 e proclamado santo por João XV, no Concílio de Latrão, em 993.
Mas antes do fiel ser canonizado, ele precisa receber a beatificação, a partir do que já é admitido o culto público à sua pessoa, embora com algumas restrições.
O processo é o seguinte: a etapa inicial de investigação é conduzida pelo bispo local, que nomeia um postulador da causa, espécie de advogado de defesa (para defender as causas dos santos brasileiros aqui no Brasil esse trabalho ficou por conta da freira Célia Cadorin), e um promotor da fé – o famoso "advogado do diabo" – que irá vasculhar a vida do santo, tentando achar algum erro, tanto em questões morais ou doutrinárias. Reunido o material e comprovada a fama de santidade do indicado, os autos são encaminhados a Roma. Cabe ao papa proclamar solenemente o novo "beato". No processo, são exigidas provas da realização de pelo menos dois milagres. Estes milagres apesar do rigor vaticanista às vezes deixa a desejar na sua investigação. A conhecida Madre Teresa de Calcutá, beatificada pelo papa João Paulo II, recebeu a beatificação pelo milagre da cura de um câncer no estômago efetuado em uma mulher indiana. O problema é que o médico que tratava da doente disse que ela não tinha tumor algum, mas sim, tuberculose, tratada com medicamentos (Época, 27/10/03). Não podemos esquecer também que muitos ditos “santos”, foram assassinos, tais como José de Anchieta e Inácio de Loyola, hereges como Afonso de Ligório e outros até nunca existiram como acreditam muitos.
Além disso, são gastos milhares de dólares durante todo o processo. Por exemplo, a canonização de Madre Paulina chegou a consumir cerca de 100 mil dólares (Veja, 06/03/2002).
O Lobby organizado pela arquidiocese de São Paulo em prol da beatificação de Frei Galvão custou a bagatela de 95.000 reais. Fora isso, foram 20 viagens ao Vaticano, 7028 relatos de cura, 2702 partos felizes, 332 curas de problemas nos rins, 123 conversões para uma vida de virtudes, e mais 13744 outras graças (Veja, 11/12/1998) Ufa! Como é trabalhoso virar santo!
Entretanto, algo que nos chama a atenção é que estes santos, enquanto vivos não realizavam milagres, mas, depois de mortos, disparam a conceder graças de todos os tipos. Isto não é no mínimo curioso?
Bento XVI com vistas ao maior pais católico do mundo que ainda não tinha um santo nacional, resolveu agora nos últimos anos, investir pesado no país e cumprir uma ambiciosa promessa de seu antecessor que certa vez chegou a declarar que o Brasil precisava de muitos, muitos santos (Isto É, 18/12/91).
E a igreja católica no Brasil se afina no mesmo diapasão tentando criar seu próprio panteão nacional.
Depois de Frei Galvão e madre Paulina, a próxima é a irmã Dulce. A candidata já tem um milagre e o seu processo já está em estudo, há mais ou menos cinco anos, no Vaticano. (Época, 24/03/2004). Também foi reaberto o processo de canonização do padre Cícero Romão Batista, o “Padim Ciço”. É notório a todos que este controvertido personagem ligado à história do povo nordestino não foi nenhum “santo” quando vivo, mas que agora, pode se transformar em um deles, por causa da insistência dos fiéis.
Finalmente, cumpridas todas as etapas do processo, o papa invoca publicamente a ajuda divina e a canonização é celebrada com toda pompa, na basílica de São Pedro. Posteriormente, é marcado um dia para celebrar a memória do santo.

A imagem é a alma do negócio

Depois de resolvido o caso da beatificação, começa o marketing em cima das imagens dos “santos”. Uma imagem que não apresenta um visual contextualizado com as tendências da época precisa ser modificada para ficar mais atraente à devoção popular. Cada vez que a teologia católica muda, muda também o visual das imagens. Assim como o rosto de Jesus, a imagem de Maria passou por uma grande transformação. Por exemplo, nas pinturas da renascença ou do barroco, Maria é retratada como uma mulher da época, com contornos corporais de mulher, seios fartos amamentando o menino Jesus. Hoje, Maria é mostrada toda coberta e praticamente sem seios. Mais alguns exemplos típicos são as imagens de Madre Paulina e do índio Juan Diego. O retrato da santa mostrava uma jovem muito séria. Já a versão recente e oficial vai mostrar a madre amparando uma criança, de forma a parecer mais maternal e protetora. Por sua vez, o tal índio mexicano, que teve a suposta visão da Virgem de Guadalupe, é retratado com feições espanholas e não de um aborígine.
É digno de nota que o mariano João Paulo II foi o papa que mais canonizou “santos” na história do catolicismo, chegando a 1.790 beatificações e canonizações, durante o seu pontificado. A última novidade de Wojtyla até o momento de sua morte foi canonizar a pediatra italiana Gianna Beretta Molla, a primeira santa casada da história do catolicismo romano (Veja, 26/05/04; Isto É, 26/05/04).

Sem apoio bíblico

Apesar das apaixonadas defesas católicas a respeito da suposta legitimidade bíblica para esta doutrina, ela enfrenta sérias objeções que gostaríamos que o leitor, católico ou não, refletisse desarmado de quaisquer preconceitos.
Primeiramente, a doutrina católica sobre os santos esbarra no bom senso, na lógica e na teologia. Ora, se os santos católicos atendem de fato as orações de seus milhares de devotos, isto implicaria que eles possuem o atributo da onisciência, coisa que é impossível ao ser humano, pois só Deus a possui. Só Deus pode atender várias orações ao mesmo tempo, pois isto é intrínseco à sua divindade. A menos que os católicos não queiram considerar seus santos como semi-deuses como faziam os pagãos, eles precisam negar tal atributo aos seus santos.
Ademais, a doutrina dos santos postula também que tais personagens podem interceder pelas pessoas, mas neste particular também a doutrina católica esbarra na doutrina paulina da mediação exclusiva de Jesus junto a Deus. Só Jesus é nosso intercessor (1Tm 2.5). O próprio processo da mediação desenvolvida pela igreja romana, reflete não uma realidade divina, mas a realidade da própria instituição católica que sempre foi pautada pelo monarquianismo, onde os status e funções sempre estiveram definidos hierarquicamente.
Em face disso tudo, concluímos considerando que muito mais poderia ser dito aqui sobre a questão, o que poderia nos levar a escrever um livro. Todavia, nosso objetivo esteve em mostrar que a doutrina católica dos santos não faz parte do tesouro doutrinário da igreja cristã. O conceito de santidade não pode ser modificado ao nosso bel prazer. Santos são todos aqueles que entregaram suas vidas a Jesus Cristo e agora participam de sua santidade. Não depende da autorização de nenhuma instituição religiosa. Essa doutrina católica é invenção posterior, moldada mais pelo sincretismo religioso com as religiões pagãs e instituições seculares do que fruto de piedosa reflexão cristã.


O Papa Vem Ai...

(Por Mary Schultze, março 2007.)


Joseph Ratzinger, hoje conhecido como Bento 16, é o novo Rei que se assenta no chamado “Trono de Pedro”, dali governando mais de um bilhão de iludidos católicos romanos.
Conheço oito países da União Européia, porém jamais quis botar meus pés na Roma papal. O Vaticano, mesmo sendo o menor país do mundo em extensão territorial, é, contudo, um dos mais ricos, isso à custa de pilhagens, guerras, revoluções e, sobretudo, das lendas e mentiras pregado pelo Vaticano. Entre esses absurdos, temos as supostas aparições de Maria, as quais sempre resultam em santuários geradores de riqueza, sem falar nas coletas de fabulosas quantias pelas missas celebradas em favor dos defuntos, cujas almas supostamente se encontram sofrendo nas chamas do purgatório.
Agora esse Papa chega ao Brasil, sendo por todos recebido com calor humano, merecendo acomodações previamente delineadas e exigidas pelos seus assessores no Vaticano, como se ele fosse muito superior ao Senhor Jesus Cristo, o Qual andava de alpargatas de couro cru e não tinha um lugar onde reclinar a cabeça.
Ratzinger vai ser bajulado e venerado aqui no Brasil, não somente pelos católicos, mas também por alguns segmentos do Cristianismo apóstata, que andam de namoro firme com a Roma papal. Vamos descrever para os nossos leitores o que diz o escritor cristão David Cloud sobre o Vaticano, que ele visitou três vezes. Com a palavra, David Cloud:
Excursionei pelo Vaticano em 1992 e novamente em 2003 e 2005, e fiquei espantado ao constatar como é pagão esse lugar. Ele me faz lembrar os templos idolátricos que visitamos durante o nosso trabalho missionário na Ásia. Combinando com o lar do homem que afirma os títulos e posição de Jesus Cristo e aceita adulação, o Vaticano é um monumento à idolatria, à blasfêmia e à mais desavergonhada rebelião contra a revelação divina. Existem ali estátuas e pinturas de todo tipo de deuses e deusas pagãos; existem estátuas de Maria, dos papas e dos “santos” e anjos, do Menino Jesus, e crucifixos. A Biblioteca do Vaticano contém grandes pinturas de Isis e Mercúrio. A Cátedra de S. Pedro, ou “Cadeira de Pedro”, contém entalhes que lembram os trabalhos de Hércules. O maciço obelisco no centro da Praça de S. Pedro é um objeto pagão do Egito. Próximo ao altar-mor de S. Pedro, existe uma estátua de Pedro em bronze, sentado numa cadeira. Há um registro de que essa estátua era originalmente do deus pagão Júpiter, tendo sido retirada do Panteão em Roma (quando era um templo pagão) e levado à Basílica de S. Pedro, sendo ali renomeada como Pedro. Júpiter era um dos deuses principais da antiga Roma, o qual era chamado “pater”, que em Latim significa “pai”. Um dos pés da estátua é feito de prata e os peregrinos católicos tocam-na e beijam-na, supersticiosamente. De fato, o Vaticano é um ídolo gigantesco! O grande altar sobre o suposto túmulo de S. Pedro se sobressai pelas maciças colunas de ouro em espiral, as quais se assemelham a serpentes enrodilhadas. Quase podemos escutar o seu sinistro sibilar! O Vaticano é também um cemitério. Por baixo da Basílica de S. Pedro existem fileiras de esquifes de mármore contendo os papas falecidos. Uma estatua de cada papa em tamanho normal, esculpida em mármore, inclina-se sobre o seu próprio esquife. Velas e incenso queimam ali, profusamente. Na suposta tumba de S. Pedro, 99 lâmpadas a óleo são conservadas queimando dia e noite. Para os que estão familiarizados com as religiões pagãs, como o Hinduísmo e o Budismo, a origem de tais coisas é óbvia. O local é tão aterrorizante como pagão, semelhante a um templo na mais tenebrosa Índia. Lamentavelmente, os iludidos católicos acendem suas velas pagãs, numa vã tentativa de merecer as bênçãos divinas, conforme o modo de agir dos ignorantes hindus. Não existe qualquer autoridade bíblica para respaldar esse tipo de coisas. O Senhor Jesus Cristo advertiu os fariseus: “Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição” (Marcos 7:9). O Vaticano é o último lugar da terra onde se poderia esperar que a Palavra de Deus fosse preservada. (Até aqui falou David Cloud).
Como vocês podem ver, um cemitério religioso como esse, pode exportar somente cadáveres espirituais. O Papa Ratzinger é um cadáver espiritual, que ainda continua “morto em suas ofensas”, segundo Efésios 2:5, e que ainda ignora o seguinte: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2:8-10). Como todo liberal posando de ortodoxo, o Papa Ratzinger se transformou no chefe da Inquisição Moderna do Vaticano, de onde caiu, em vôo direto, sobre o “Trono de Pedro”.
Pregando fé mais boas obras para que os homens sejam salvos, o Vaticano (cujos hierarcas nunca tiveram fé e muito menos praticaram boas obras) nos manda esse cadáver espiritual, o qual vai coletar milhões de Reais à custa da ignorância bíblica dos pobres brasileiros, sem falar nas tantas almas que ele vai arrebanhar para o inferno, pregando o falso evangelho de sua igreja. Vade retro, Ratzinger!


terça-feira, 1 de maio de 2007

CIENTISTAS CONFESSAM A EXISTÊNCIA DE DEUS

CHARLES DARWIN (1809-1882) – naturalista:
“Posso dizer-vos que a impossibilidade de considerar este magnífico universo, que contém o nosso ‘eu’ consciente, como obra do acaso, é para mim o principal argumento em favor da existência de Deus” (em carta datada em 2/04/1873).
“Devo dizer-vos que em vosso livro Pretensões da Ciência expressastes a minha profunda convicção, e mesmo mais eloqüentemente do que eu saberia fazê-lo, isto é, que o universo não é e nem pode ser obra do acaso”. (em carta datada 3 de julho de 1881 a seu amigo W. Graham).
“Por piores que fossem as crises que atravessei, nunca desci até ao ateísmo, nunca neguei a existência de Deus”.


ISAAC NEWTON (1642-1727) – descobridor da Lei da Gravitação:
“Esta elegantíssima coordenação do sol, das estrelas, dos planetas e dos cometas não pode ter outra origem que o plano e o império do Ser dotado de inteligência e de poder, que tudo domina, não como alma do mundo, mas como o Senhor de todas as coisas, eterno, infinito, onipotente, onisciente” . / "Na ausência de qualquer outra prova, um único polegar me convenceria da existência de Deus".




CARLOS LINEU (1707-1779) – naturalista, considerado o fundador da botânica moderna:

“O Deus eterno, o Deus imenso, sapientíssimo e onipotente passou diante de mim. Eu não vi o seu rosto, mas o resplendor de sua luz encheu de assombro e admiração a minha alma. Tenho estudado aqui e ali as marcas de sua passagem entre as criaturas, e em todas as suas obras, inclusive nas mais pequeninas, nas mais imperceptíveis, que poder, que sabedoria, que imensa perfeição”.



WILLIAM THOMPSON – físico inglês:
“Provas brilhantes de uma ação inteligente multiplicam-se em torno de nós e, por vezes, dúvidas metafísicas nos afastam temporariamente destas idéias, elas voltam com uma força irresistível. Elas nos ensinam que todas as coisas vivas dependem de um Criador e de um Senhor Eterno”.






FRANCIS BACON
“Pouca ciência afasta o homem de Deus; muita ciência a deus conduz”.



ALBERT EINSTEIN (1879-1955) – físico alemão:
“ Todo aquele que se dedica ao estudo da ciência chega a convencer-se de que nas leis do Universo se manifesta um Espírito sumamente superior ao do homem, e perante o qual nós, com os nossos poderes limitados, devemos humilhar-nos”.“Minha religião consiste numa humilde admiração do Espírito superior ilimiável que se revela nos pequeninos detalhes que somos capazes de perceber com as nossas mentes frágeis e débeis. Esta convicção profundamente emocional da presença duma força inteligente, superior, que é revelada pelo universo incompreensível, forma a minha idéia de Deus”.



ANDRÉ-MARIA AMPÉRE (1775-1836) – físico:
“Passa a figura deste mundo; se te nutrires de suas vaidades, passarás como ele. A verdade de Deus para sempre permanece. Deus meu! que são todas estas ciências, todos estes raciocínios, todas estas geniais descobertas, todos estes vastos pensamentos que o mundo admira e de que tão avidamente lhe sacia a curiosidade? Na verdade, não são mais que coisas vãs. Estuda, sem precipitação. Estuda as coisas deste mundo, pois é dever de tua condição, mas conservando os olhos fixos na luz eterna. Escuta os sábios, presta porém sempre ouvidos aos doces acentos da voz teu celestial Amigo. Escreve só com uma mão. Com a outra apega-te a Deus, como o menino se apega à vestimenta de seu pai... Assim permaneça, minha alma, de hoje em diante, sempre unida a Deus e a Jesus Cristo! Abençiai-me, meu Deus!” (em seu diário).

LUÍS CAUCHY (1789-1857) – matemático francês:
“Cultivai com ardor as ciências abstratas e naturais; estudai a matéria; desvendai ante nossos olhares admirados as maravilhas da natureza; explorai, se puderdes, todas as partes deste universo; pesquisai depois nos anais das nações, nas histórias dos povos antigos; consultai em toda a superfície do globo os velhos monumentos dos séculos passados. Muito longe de me assustarem estas pesquisas, eu sempre mais as provocarei, animá-las-ei com meus esforços e votos. Nunca temerei que a verdade se possa achar em contradição consigo mesma, ou que os fatos e documentos por vós acumulados possam jamais achar-se em desacordo com as Sagradas Escrituras”.




ZOÓLOGOS, ANATOMISTAS E NATURALISTAS.


ETIENNE GEOFFREY SAINT-HILAIRE - zoólogo:
“Chegando a este limite, o cientista desaparece, e fica só o homem religioso para compartilhar do entusiasmo do santo profeta, exclamando com ele: Os céus proclamam a glória de Deus!”







HERVÉ FAYE (1814- 1902) – astrônomo francês:
“O que nos comove quando erguemos os olhos ao céu, o que nos arranca um momento do círculo de nossas preocupações materiais, o que em nós desperta o pensamento com a admiração, é a doce claridade do dia, é este sol radiante, com sua luz e seu calor animando a natureza inteira; são estas estrelas de que tão graciosamente é marchetada a abóbada celeste, e que à agitação do dia fazem suceder a calma e a serenidade da noite (...) Negar a Deus seria como deixar-se cair dessas alturas sobre a terra! Estes astros, estas maravilhas da natureza seriam obra do acaso! Nossa inteligência seria efeito da matéria, que por si só teria principado a pensar! Que imenso absuro!”

THOMAS ALVA EDISON (1847-1931):
“Ao senhor Eiffel, arquiteto desta torre: Sou um homem que admira todos os engenheiros do Universo; mas que profunda admiração tenho pelo maior de todos eles, que é Deus!”








OERSTED (1777- 1851) - descobriu a ação da eletricidade sobre o fluído magnético:

“Todo estudo aprofundado da Natureza leva a Deus. Tudo o que existe é obra incessante de Deus, obra em que a infinita perfeição de sua sabedoria imutável imprimiu seu sigilo. E esta ação perpétua da divina sabedoria e sua eterna identidade consigo mesma que a observação científica batiza com o nome de leis da Natureza... A contemplação do mundo estrelado nos deve ensinar que nada somos diante de Deus, mas que somos alguma coisa por sua bondade.”





WERNER VON BRAUN (1912-1977) - físicos nuclear:
“Não se pode de maneira nenhuma justificar a opinião, de vez em quando formulada, de que já não precisamos crer em Deus. Somente uma renovada fé em Deus pode provocar a mudança que salvará o nosso mundo da catástrofe. Ciência e religião são, pois, irmãs e não pólos antitéticos”.







ERNESTO SIEMENS (1816- 1892):
“Quanto mais profundamente penetramos neste domínio das forças da Natureza, tão harmonioso e regulado por leis imutáveis, e ao mesmo tempo tão longe de ser por nós plenamente compreendido, tanto mais nos sentimos leva dos a nos refugiar na modéstia e humildade, tanto mais acanhado nos parece o círculo de nossos conhecimentos, tanto mais vivamente aspiramos a sempre mais haurir nesta fonte inesgotável do saber e do poder, tanto mais, finalmente, cresce nossa admiração e sobe nossa gratidão para com a infinita Sabedoria reguladora que dirige todo o Universo.” (num congresso científico em 1886)JURIEN DE LA


GRAVIÉRE – botânico:
“Dir-se-ia, na verdade, que a Botânica tem tido sempre o privilégio de formar santos e sábios. E uma ciência de certo modo impregnada pelo perfume das flores. Curvada sobre a relva, ela nunca teve a pretensão de escalar o céu; ela se contenta em admirar humildemente o Criador em suas obras!” (num de seus discursos).

MAX PLANK (1858-1947) - criador da teoria dos quanta e Prêmio Nobel de 1928:


“Para onde quer que se dilate o nosso olhar, em parte alguma vemos contradição entre Ciências Naturais e Religião; antes, encontramos plena convergência nos pontos decisivos. Ciências Naturais e Religião não se excluem, naturalmente, como hoje em dia muitos crêem e receiam, mas completam-se e apelam uma para outra. Para o crente, Deus está no começo; para o físico, Deus está no ponto de chegada de toda a sua reflexão.”

CARNALDI – químico italiano:
“Tu existes, porque a operação química se efetua pela aproximação das moléculas, e esta força coerciva não depende delas, mas de um princípio extrínseco — depende de Deus!”JAMES


MAXWELL (1831-1879) – físico escocês:
“Deus Todo-poderoso, que criaste o homem à tua imagem e lhe deste uma alma que pudesse te procurar e reinar sobre as criaturas, ensina-nos a perscrutar as obras de tuas mãos de tal modo que saibamos submeter a terra para nossas necessidades e ao mesmo tempo fortalecer nosso espírito para teu serviço. Concede-nos que recebamos tua santa Palavra com fé naquele que mandaste para nos ensinar a ciência da salvação e a remissão de nossos pecados. Nós o pedimos em nome do mesmo Jesus Cristo, nosso Senhor.” (em palestra na Sociedade Real de Londres).



AUGUSTO DE LA RIVE (1801- 1873) – outro físico francês:
”Se alguma coisa aprendi nos longos anos de estudo, que foram um dos maiores encantos de minha vida, é que Deus continuamente opera, é que sua mão que tudo criou vela sobre todo o universo. A Providência, que mantém em equilíbrio as forças da natureza, que dirige os astros em suas órbitas, olha também sobre cada um de nós. Nada nos acontece sem especial licença daquele que nos guarda; nesta convicção profunda descansa em paz a minha alma.”


A.S. EDDINGTON (1882- 1946) - físico britânico:
“A Física moderna leva- nos necessariamente para Deus.”

PASCUAL JORDAN (1902-1980) - físico alemão:
“O progresso moderno removeu os empecilhos que se opunham à harmonia entre ciências naturais e cosmovisão religiosa. Os atuais conhecimentos de ciências naturais já não fazem objeção à noção de um Deus Criador.”

HUMPHRY DAVY (1778-1829), químico inglês, o descobridor do potássio e do sódio:“O verdadeiro químico vê a Deus em todas as formas diversas do mundo exterior... E assim, à medida que contemplar a variedade e beleza do mundo exterior e lhe penetrar as maravilhas científicas, saberá sempre se elevar até a Sabedoria infinita, cuja bondade lhe permite provar as alegrias da ciência; tornar-se-á melhor ao mesmo tempo que mais sábio. A influência da fé sobrevive a todas as alegrias terrestres; fortifica-se, ao passo que nossos órgãos se enfraquecem e nosso corpo se dissolve; ela surge como a brilhante estrela da tarde no horizonte da nossa vida, e temos a certeza de que ser-nos-á ela um dia a estrela da manhã, cujo resplendor iluminará as sombras da morte.”

MICHEL EUGENE CHEVREUL (17864889) - químico francês:
“Eu estou convencido da existência de um Ser Divino, criador de uma dupla harmonia: a harmonia’que rege o mundo inanimado, revelada pela ciência da mecânica celeste e pela ciência dos fenômenos moleculares, e a harmonia que rege o mundo inanimado. Nunca fui materialista em nenhuma época de minha vida, porque só um néscio pode acreditar que esta dupla harmonia bem como o pensamento humano, tenham sido efeito do acaso.”H. SPEMANN (1869-1941) - zoólogo alemão e Prêmio Nobel de 1935:
“Quero confessar que, durante as minhas pesquisas, muitas vezes tenho a impressão de estar num diálogo em que meu interlocutor me parece com Aquele que é muito mais sábio. Diante desta extraordinária realidade, o pesquisador é sempre tomado por uma profunda e reverente admiração.”

CRUVELHIER – anatomista:
“Diante desta maravilhosa organização onde tudo foi previsto e coordenado com inteligência e sabedoria infinitas, qual é o anatomista que não se sente tentado a exclamar com Galeno: Um livro de Anatomia é o mais belo hino que é dado ao homem entoar em honra do Criador”.



AGASSIZ – perito em História Natural:
Falando acerca do mundo, disse ser “a manifestação de um pensamento poderoso e fecundo, é prova de uma bondade infinita e sábia, é a demonstração mais palpável de um Deus pessoal, primeiro Criador de todas as coisas, regulador de todo o universo e dispensador de todos os bens.”


LAMARCK:
“A natureza não é Deus. Ela é o produto sublime de sua vontade onipotente.”VAN BENEDEN:
“O Sumo Artífice concebeu a obra da Criação; concebê-la e criá-la foi uma coisa só; cada parte dela é a execução do pensamento divino realizado no tempo e no espaço. Levantemos estátuas aos benfeitores e sábios da humanidade, mas não nos esqueçamos do quanto devemos Aquele que resumiu tantas maravilhas em um grãozinho de areia, e um mundo de prodígios numa gota d’água.”


MOREUX:
“Estou-me correspondendo com os diretores dos observatórios astronômicos de todo o mundo, e posso dizer que todos eles crêem em Deus.”


H. MADIER (1794- 1874) - astrônomo alemão:
“Um autêntico pesquisador da natureza não pode ser ateu, pois quem tão profunda mente mergulha seu olhar na obra de Deus e tem oportunidade de contemplar a eterna sabedoria, é impelido a dobrar os joelhos diante da ação do Espírito Supremo.”

HERSCHEL - astrônomo, descobridor do planeta Urano:
“Quanto mais se estende o campo da Astronomia, tanto mais numerosas e inabaláveis se tornam as demonstrações da existência eterna de uma inteligência criadora e onipotente; os geólogos, os astrônomos, os naturalistas trouxeram todos a sua pedra para este grande templo da ciência — templo levantado ao próprio Deus.”

FR. DESSANER (1881-1963) - biofísico alemão:
“O fato de que nos últimos setenta anos o curso das descobertas e invenções nos interpela poderosamente, significa que Deus, o Criador, nos fala mais alto e mais claro do que mediante pesquisadores e inventores.”